Prefeitura Municipal de Bom Despacho

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Servidores se desdobram para controlar incêndio no aterro

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Servidores se desdobram para controlar incêndio no aterro

Da esquerda para direita, fileira de trás: Wilson, Everson, Deneval,Terezinha, Mateus, Fernando, Andréia, Luiz, Wilson Antonio e Weberto. Na fileira do meio: Ascânio, Hamilton, Mauricio, Danilo e Pedro Rafael. Na frente, José Maria e Wilson.

Duas semanas atrás atearam fogo no aterro controlado. O empenho do Corpo de Bombeiros foi insuficiente, pois neste tipo de incêndio a água é ineficaz. Mas um grupo de cerca de 20 servidores entrou em ação e trabalhou dia, noite e final de semana até debelar completamente o fogo.

“Estes servidores foram nossos heróis. Se submeteram ao calor, cansaço, fumaça. Fizeram o que foi necessário e evitaram um mal maior. Se empenharam na defesa dos interesses dos bom-despachenses”, reconhece a secretária de Meio Ambiente, Andréia Araújo, que acompanhou de perto toda a operação.

Além de cerca de 30 pessoas, a Prefeitura também empenhou máquinas e caminhões durante praticamente a semana inteira. “Por causa do terreno acidentado, em alguns momentos foi necessário trabalho braçal. A situação era delicada e exigiu muito esforço de todos”, agradece o assessor de Desenvolvimento Rural, José Maria Cesário, que também integrou a equipe.

Ação contou com apoio de voluntários – durante toda a ação, o operador de máquinas, Wilson Silva, operou um trator de esteira. Ele trabalha na empresa de Mateus Moreira, que presta serviços no aterro para a Secretaria de Meio Ambiente. Vendo a dificuldade dos servidores e o risco do fogo se espalhar, os dois se uniram ao grupo. “A situação não foi ainda pior porque o lixo estava organizado, já quase todo enterrado. Conheço aterros de outros municípios. O de Bom Despacho é o mais bem organizado. A ação começou tão logo o incêndio foi detectado. Isso também foi importante. Se o fogo tivesse chegado à siderúrgica jamais conseguiríamos apagá-lo”, destaca Mateus.

Valmir Otoni tem propriedade próxima ao aterro e colaborou doando terra. “Este fator agilizou nosso trabalho. Se tivéssemos que ir longe buscar a terra, toda a operação ficaria prejudicada”, afirma José Maria.

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