Prefeitura Municipal de Bom Despacho

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Vacinação contra H1N1 ainda não atingiu meta

Prefeitura Municipal de Bom Despacho

A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde divulgou hoje que, apesar dos esforços, não conseguiu atingir a meta de vacinação contra a Influenza A – H1N1 em algumas faixas etárias. A mesma Secretaria informa que a vacinação contra a H1N1 está disponível em todas as unidades de saúde do município de 7h às 17h, excetuando-se a Policlínica Dr. Ge que funciona até as 19h.

Confira a seguir quais grupos não atingiram a meta de cobertura de 85%, além de outras informações sobre a doença.

O índice de cobertura vacinal até o momento está assim definido:

– Profissionais de saúde: 100%;

– Crianças de 06 meses a 01 ano (11 meses 29 dias): 109,85%;

– Portadores de doenças crônicas: 68,7%;

– Adultos de 20 a 29 e de 30 a 39 anos: 16,68%;

– Gestantes: 40,93%.

Para os idosos a vacinação será realizada de 08/05 a 21/05/10. 

A vacinação pode ser feita nos seguintes locais:

– PSF Jardim América;

– PSF Cidade Nova;

– PSF Rosário;

– PSF Vila Gontijo/Esplanada;

– PSF Fátima;

– PSF Frederico Ozanan;

– PSF Engenho do Ribeiro;

– PSF Ana Rosa;

– Posto São José;

– Policlínica Dr. Ge.

Grupos que devem se vacinar:

– Profissionais de saúde que estão envolvidos na resposta à pandemia (médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, recepcionistas de hospital, pessoal de limpeza, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica);

– Gestante, independente do tempo de gestação;

– População indígena;

– Portadores de doenças crônicas conforme a lista do Ministério da Saúde que se segue:

– Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
– Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
– Asmáticos (formas graves);
– Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
– Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
– Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
– Diabetes mellitus;
– Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
– Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
– Doença hematológica (hemoglobinopatias);
– Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
– Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
– Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção .

A vacina a gripe A (H1N1), adquirida pelo Ministério da Saúde, registra uma efetividade média maior que 95%.

As reações mais comuns são: edema, enduração, vermelhidão, dor local, calor, febre.

As contra-indicações são antecedentes de reação anafilática severa aos componentes da vacina (cultivada no ovo) e doenças agudas graves.

As doses das vacinas são estipuladas de acordo com a população a ser vacinada e disponibilizadas pela Regional de Saúde.

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